Eu daqui, vadiamente, sento e escrevo estes delírios. Você daí, tão vadio quanto eu, para e lê – deve haver alguma cor nisso. Espero que bem clarinha. Caio F.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Choro Bandido

Mesmo que os cantores sejam falsos como eu, serão bonitas, não importa, são bonitas as canções
Mesmo miseráveis os poetas, os seus versos serão bons
Mesmo porque as notas eram surdas
Quando um deus sonso e ladrão fez das tripas a primeira lira que animou todos os sons
E daí nasceram as baladas e os arroubos de bandidos como eu
Cantando assim:
Você nasceu para mim
Você nasceu para mim

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