Eu daqui, vadiamente, sento e escrevo estes delírios. Você daí, tão vadio quanto eu, para e lê – deve haver alguma cor nisso. Espero que bem clarinha. Caio F.

terça-feira, 31 de maio de 2011

É você B.M

Ouço uma música qualquer, leio algo que remeta carinho e a única imagem que me vem à mente é a da autora que vive na pele as inconstâncias e realidades de uma icógnita que é essa tal de vida, e foi essa mesma pessoa que me abriu um sorriso idiota que rasgou a cara.

Até pra te adorar sozinho eu preciso da tua ajuda.

Verbalizei. Inventei. Dramatizei. Isso tudo aconteceu. E vai continuar acontecendo.

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