Eu daqui, vadiamente, sento e escrevo estes delírios. Você daí, tão vadio quanto eu, para e lê – deve haver alguma cor nisso. Espero que bem clarinha. Caio F.

domingo, 11 de julho de 2010

Seres, meramente humanos

Nós humanos somos seres estranhos. Nunca estamos felizes com nada. Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa; a felicidade está sempre em um patamar acima do nosso, e nunca nada é suficiente. Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo; Que seja algo distante, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos. Carros, casas, bens, dinheiro, e mais dinheiro. seria essa a definição ideal de felicidade ? Não sei, a resposta não é tão simples. Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens materiais, embora estas coisas ajudem muito. Talvez, as coisas mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores. Não amores carnais apenas, paixões; mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres , família e que não são necessariamente relacionados a dinheiro. Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade. Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d’água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar ? Afinal, o que te faz feliz de verdade ?

Um comentário:

  1. Haaa.... Diegão IMPERATIVO ataca... hushsuahusas
    Esse eu tinha que comentar, com minha opinião, parecida ou contrária, espero que não se importe.
    XD.

    Triste Contradição. Mero um Peixe, Humanidade Nem tão Pura.

    Ouvi dizer sobre felicidade, incógnitas sobre tua existência, tomei notas, fiz-me crer que sim, ela existe, parada, em frente, concluí tão somente,não, não termos simplesmente (por hora) a capacidade de percebe-la.
    Sobre nossa insatisfação, almejo e me calo, visando simplesmente uma evolução, renomeio as coisas em seu lado bom; logo seria o ato de buscar algo a mais, fazer o que ninguém fez, tudo que for pensado, será capaz de ser realizado, em relação a tudo.
    De material, sei, tudo descartável, copos, cigarros, corpos e tintas, ainda que em seu ciclo se renovem, meros e ainda recicláveis por natureza. Com sensatez, julgo e digo necessário, sem excessos, mas o "estar" que procuramos, aqui não encontraremos, certo de que não devemos procurar evidências materiais do que não nos é palpável, assim, ao menos a busca torna-se finita. Todas as respostas serão compostas, criando-se mais questões.
    Feito opinião, do sim ou do não, em dizer,irreverente e contraditório que, o simples é fato parte de um conjunto, que nos seduz e induz a essa tal incógnita dormente e obscura, tal qual o parágrafo, esse, em que muito diz e nada resume.
    O oposto é próprio, mesmo, em remorso, falo pois há de existir o fim, procedeu de um começo, mas o gozo vem de onde estamos, divididos, nem bem nem mal, entre o quente e o frio, o meio, explica o fato de sermos sim o centro do universo, penso errôneo não aceitar, todavia com suas interpretações derrubaram isso, tratando-se de espaço, não digo pois se tratando desse grande vazio em posição, mas em escala, aqui há der se ter tudo,teimo ainda, entre céus e infernos, procuras no entanto equilíbrio.
    Digo ainda mais que amor, pois nele que se baseia o bem, um outro, conhecimento, do mais importante a ti.
    Finalmente ela está aqui e ali, pegue-a se puder, insisto estará sempre em ti, que fecha os olhos sem perceber. Vaga lá e aqui. Ela não te deixará, pois te segue ficando, te encontra estando. São nestes casos em que o erro seria impossível:FUGIR


    Sobre realidade,felicidade e verdade.

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