Eu daqui, vadiamente, sento e escrevo estes delírios. Você daí, tão vadio quanto eu, para e lê – deve haver alguma cor nisso. Espero que bem clarinha. Caio F.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

De Rodrigo Tavares Bittencourt

Acho que lhe devo apenas desculpas, pelo que foi escrito aqui.
Não me sinto de tal maneira por isso, mas sim por outras coisas que eu fiz, por outras idiotices. Acho que fazer idiotices não é uma coisa ruim até que te prejudique, o que no caso de certas idiotices não me fizeram até agora, muito pelo contrário, eles me deixam bem melhor. Só escrevi isso, pela idiotice de ter escrito aquilo. Como disse, eu acho que só lhe devo desculpas.

Você percebeu, o quanto eu tentei

Ser alguém diferente pra eu mesmo dessa vez

Pegar em suas mãos, ser eu você e só, mais ninguém

Quem sabe se esqueceu

Que um dia eu falei

Que talvez nessa vida, ninguém faça o que tu fez

Coloco as mãos no chão, tenho que me aquecer, sem ninguém

Sinto que é a ultima vez que vai me ouvir cantar

Sobre essas coisas que nunca mais vão te incomodar não vou se quer lembrar

Não demore, eu juro te esperar

Os três minutos que durarem a canção

Os três minutos da incompleta melodia

Eu digo adeus, eu digo que nunca mais

Eu prometo a mim mesmo, eu minto a mim mesmo

Como você mesmo faz

Não demore, eu juro te esperar

Os 3 minutos que durarem essa canção

Enquanto meu violão não desafina, minha voz não gasta

Eu ouço o meu rádio, meu café esfria durante os 3 minutos dessa incompleta melodia

Não demore, eu juro te esperar

Os três minutos que durarem a canção

Os três minutos da incompleta melodia

Eu digo adeus, eu digo que nunca mais

Eu prometo a mim mesmo, eu minto a mim mesmo

Como você mesmo faz


É só uma música, não é pra fazer sentido. Elas não falam toda a realidade, as vezes falam menos, ou mais, mas sempre mostram alguma coisa. E eu não me acho o maior idiota do mundo por não desistir de você.

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