Eu daqui, vadiamente, sento e escrevo estes delírios. Você daí, tão vadio quanto eu, para e lê – deve haver alguma cor nisso. Espero que bem clarinha. Caio F.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Soneto para Bruna

Venha comigo, não se preocupe.
Vem amar, como só nós dois podemos fazer
Se de tanto eu pedir você voltou, Deus quer que continue.
Só me faz com que flutue

Olha nós, denovo aqui
do jeito que começou.
Se é você que tanto amou,
continua amando que é bom

Os dias vão passar
nós vamos navegar
e amar.

As noites vão acabar
nós vamos nos vestir
e sorrir

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