Eu daqui, vadiamente, sento e escrevo estes delírios. Você daí, tão vadio quanto eu, para e lê – deve haver alguma cor nisso. Espero que bem clarinha. Caio F.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

É, como você eu nunca tive ninguém

Eu tive sorte, eu tive azar
Tive motivos pra acreditar que existe gente com medo arriscar

Eu tive sono quando eu dormia
Tive amigos que não queria e inimigos que ainda quero bem

Mas como você eu nunca tive ninguém

Eu tive tempo, eu tive prazos
Fiquei com medo de estar errado e hoje vejo o "certo" atrasado

Tive traumas irreparáveis e uma alegria irretocável
Que espero manter daqui pra frente

Mas como você eu nunca tive ninguém

Na minha lista de convidados o tempo não entra sem presente
A festa é minha, eu faço o que eu quiser
Expulso o futuro e passado

Mas como você eu nunca tive ninguém.

Eu tive sorte, eu tive azar.
Tive motivos pra acreditar que existe gente com medo arriscar
Eu tive sono quando eu dormia
Tive amigos que não queria e inimigos que ainda quero bem.

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