Horas de piano, antes de dormir. Dias mega-ocupados e a cabeça acima da estratosfera. O amor faz mudar, faz ver além da névoa, faz sentir além da pele, faz a verdade ser flexível como uma vara de bambu, soando como uma mentira, minutos depois. A gente muda, mas nos transformamos cada vez mais em nós mesmos. E por que a gente faz isso? Não sei.
A noite vem, e tira de nós as lágrimas dos olhos e o brilho da voz, que, de tanto gritar até o som acabar, a gente fecha os ouvidos pra voz que não quer calar, e ela diz: - Eu preciso, você também. Todo mundo precisa de alguém.
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