Eu daqui, vadiamente, sento e escrevo estes delírios. Você daí, tão vadio quanto eu, para e lê – deve haver alguma cor nisso. Espero que bem clarinha. Caio F.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sobre a minha loucura

lou.cu.ra

(louco+ura) sf 1 Estado de quem é louco. 2 Med Insanidade mental; psicose.

Pra mim, loucura é o que lhe foge do limite. É o prazer em gostar de algo que lhe trás dor, é você ler um desabafo sobre outra pessoa, e ficar contente com 4 linhas que sejam de você, mesmo que o texto tenha 400 delas. Loucura é fazer tudo o que não devia, pra satisfazer o seu âmago, sem pensar na mente, sem pensar no que é correto, apenas fazendo o que o coração lhe manda.

Hoje eu me entreguei a insanidade, decidi me entregar ao que me faz sofrer, decidi fazer algo relativamente “louco”.

Mas não é porque você acorda louco num dia qualquer, que você vai realmente fazer loucuras. Eu vou continuar fazendo as minhas loucuras, as loucuras de fazer cartas, músicas, textos, e qualquer outra forma de romantismo a moda antiga que houver pra ser feito. Vou viver a insanidade do meu pensamento, vou me entregar as loucuras do meu coração, vou buscar a felicidade naquela que pra mim é a única válida.

Vou correr atrás de” borboletas em um jardim” a tarde, vou olhar as estrelas a noite, somente porque eu sei que ela vai estar fazendo também .

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