De que é que adianta, ter tudo que lhe é necessário, se tudo que lhe faz bem você não tem?
As palavras que eu digo não tem efeito algum, as coisas que eu fiz não fazem diferença, o passado, na maioria das vezes é bom, o futuro não passa de esperança, mas já o presente, tu vive ele cada momento. O que acontece naquele exato momento é que é bom, sem pensar em futuro, sem pensar em algum depois, algum depois que por sinal pode nem vir a existir.
Eu to cheio de gente a minha volta, eu to cheio de cartas não terminadas no meu quarto, eu tenho músicas inacabadas que foram escritas para alguém escutar e nem se quer tem uma melodia pra serem tocadas. E fica a pergunta: - De que é que adianta tudo isso?
Nos últimos dias escrevi feito um louco, escrevi tanta coisa que eu já não sei mais nem sobre o que se trata e qual a ordem dos textos. Palavras que lidas de qualquer jeito, chegam a uma só conclusão! Foram escritas por alguém e para alguém.
Ainda continuo pensando nas folhas rasgadas que tenho em cima da minha cama, isso não sai da minha cabeça, pelo simples motivo de eu saber que aquilo tudo pode ser lido, pode ser entendido, e pode muito bem ser sentido.
“Eu me vi tão perdido sobre as coisas que você deixou,
Eu me vi perdido sobre o cheiro que eu sinto,
Não quero mais ter que me contentar com o simples
Eu quero o complicado
E se há quem diga que o amor é para quem não sabe o que quer,
Eu sei tudo que eu quero, e sei tudo que tu pode me dar ! “
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