Eu daqui, vadiamente, sento e escrevo estes delírios. Você daí, tão vadio quanto eu, para e lê – deve haver alguma cor nisso. Espero que bem clarinha. Caio F.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

No quiero armas. Hasta luego

Não quero multidões, não quero poucas pessoas.
Eu quero que você ouça minhas canções, quero que você entenda,
Não precisa ser nada recíproco, não precisa me corresponder
Eu solto impropérios por aqui, e tento seguir em paz

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